Você comprou um microfone, um software de edição de áudio e montou o sistema de streaming para começar a sua transmissão, mas… deu um branco total: do que falar na hora H? Se esse cenário já aconteceu com você, sabia que ele é mais comum do que parece. Isso acontece porque, em resumo, a grande parte das pessoas não sabe como montar uma programação de rádio.

Adquirir os equipamentos e montar a estrutura é o primeiro passo para montar uma rádio própria. No entanto, produzir o conteúdo em si é muito mais difícil, especialmente se você quer engajar os seus ouvintes. Para isso, é necessário muito planejamento, conhecimento e disposição para analisar os resultados, além de corrigir o que for preciso.

E aí, você está disposto a tudo isso para tirar do papel o seu sonho de ter uma rádio? Se sim, então esse artigo é para você. Continue lendo para saber como montar uma grade de programação ideal!

O que é um programa de rádio e como ele é estruturado?

Se quisermos entender como uma programação de rádio funciona, precisamos pensar primeiro em uma parede. Pode parecer um pouco estranho, mas olhe para a parede da sua casa, escritório ou do ambiente onde você está nesse exato momento.

Repare como é a formação dessa parede: ela tem uma camada de tinta na superfície. Abaixo, uma camada de massa corrida. Depois disso, tijolos que dão a estrutura e solidez do muro, com o cimento agindo como uma cola e mantendo tudo junto.

Se pararmos para pensar em como montar uma programação de rádio, a parede é o nosso melhor exemplo: nós precisamos de tijolos sólidos que possam garantir robustez para a nossa transmissão de áudio — nesse caso, os programas de rádio.

Os programas são blocos de conteúdo que dão valor para a sua rádio. Eles são o ponto de contato dos ouvintes com a sua transmissão, fazendo com que as pessoas queiram receber o conteúdo que está sendo difundido por você.

Por causa disso, os programas da sua rádio são a principal ponte entre você e seus ouvintes. É por via deles que será possível estabelecer uma relação emocional com as pessoas, mantendo uma audiência fiel e sua rádio no ar sempre.

Existem muitos tipos diferentes de programas de rádio, como :

  • entrevistas com personalidades ou especialistas na área de interesse do seu público;
  • discussões e apresentações sobre temas diversos, ao estilo podcast;
  • apresentação de notícias do dia no país, na região ou comunidade da rádio;
  • variedades e reportagens jornalísticas;
  • storytelling e conteúdo narrativo;
  • compilação de músicas de diversos temas;
  • humor e entretenimento;
  • interação direta com o público;
  • culinária e bem-estar.

Para funcionar, um programa precisa de alguém que apresente o conteúdo para o público. Em alguns casos, temos apenas um apresentador que faz todo o trabalho, mas essa responsabilidade também pode ser dividida em uma equipe.

Além desse elemento humano, o programa ainda exige alguém que faça a pesquisa, planejamento e estruturação do conteúdo antes de ser ao ir pela locução do apresentador. Em caso de rádios pequenas, com poucos recursos, é normal que haja o acúmulo de funções (quem apresenta também faz todo o resto), mas é possível encontrar profissionais específicos para cada trabalho em rádios maiores.

A estrutura de um programa depende do seu conteúdo, mas o esqueleto básico é o de blocos divididos por intervalos (falaremos destes mais a seguir). A quantidade de blocos varia de acordo com a duração do programa, mas deve-se evitar que eles sejam muito curtos (a ideia é que haja pelo menos de 20 a 30 minutos de material antes de uma interrupção).

Como os programas são a principal ponte com os seus ouvintes, é neles que você deve focar a maior parte dos seus esforços. O objetivo é desenvolver conteúdos que sejam profundos e ofereçam valor real para as pessoas (não se preocupe: nós ensinaremos como fazer isso neste guia!).

Dito isso, os programas não são os únicos elementos dentro de uma programação de rádio, assim como os tijolos não compõem a parede sozinhos. Entre eles, existem outros elementos de vital importância para a sua grade. Um deles é o já citado intervalo comercial.

Existem dois momentos em que esse recurso é utilizado. O primeiro é entre os blocos de um programa, enquanto o segundo é entre programas em si (por exemplo, no espaço entre o término do As Mais Tocadas da Semana e o início do Horário das Notícias).

A função do intervalo comercial é monetizar as atividades da rádio, com a venda de espaços para propagandas de empresas e apoiadores. Existem dois formatos para conteúdos publicitários nos intervalos da programação:

  • spots: inserções publicitárias em áudio falado por um locutor (pode ter música de fundo e outros efeitos sonoros, mas a mensagem principal é narrada);
  • jingles: inserções publicitárias cantadas (são curtas, com poucos segundos de duração, com melodia e letra de fácil adesão e memorização).

Os spots podem ser produzidos pela própria equipe da rádio (é relativamente comum ver esse tipo de conteúdo ser inserido nos intervalos, mas também dentro dos próprios programas), enquanto os jingles costumam ser feitos por equipes especializadas, já que exigem certos conhecimentos técnicos.

Um último elemento publicitário que vale a pena ser mencionado são as vinhetas. Elas são curtíssimas (menos de 5 segundos) e funcionam como vírgulas sonoras, sendo inseridas em determinados trechos da programação.

O objetivo delas é fazer um trabalho de sound branding, ou seja, gravar na cabeça do ouvinte a marca da rádio, do programa, do locutor ou de algum patrocinador durante certos momentos da programação.

A rádio, por exemplo, pode ter um slogan que é apresentado entre alguns dos comerciais ou em alguns momentos-chave da programação. Ao mesmo tempo, o apresentador de um programa específico pode ter sua própria vinheta para sinalizar a sua presença e relação com o público.

Esses são os principais elementos que usaremos para montar uma programação de rádio. Vamos revisá-los:

  • os programas são os tijolos de conteúdo principais da nossa grade;
  • eles são divididos em blocos, separados por intervalos;
  • os intervalos separam os blocos dos programas, mas também um programa do outro;
  • os spots e jingles são usados como ferramentas publicitárias para monetizar a rádio nos intervalos;
  • os spots são mensagens publicitárias narradas, enquanto os jingles são cantados;
  • as vinhetas podem aparecer em diversos momentos da programação e funcionam como “branding sonoro” da rádio, de um programa ou pessoa.

Como escolher, planejar e produzir o conteúdo certo para sua rádio?

Agora que já sabemos como montar uma programação de rádio com tijolos (programas) e cimento (intervalos), precisamos passar a massa corrida e a tinta para deixar nossa parede linda — no caso, com um conteúdo de primeira linha. E é aqui que as coisas começam a variar bastante.

Não há uma receita de bolo para fazer uma grade de programação de sucesso, assim como não existe uma regra para uma parede bonita: alguns finalizam com tinta branca, outros com uma pintura colorida e ainda há aqueles que usam azulejos ou tijolinhos aparentes.

Com as rádios é a mesma coisa: cada transmissora tem um perfil, um público e um objetivo e, portanto, deve trabalhar seu conteúdo de uma forma específica. Dito isso, existem algumas diretrizes que nos ajudam a encontrar o caminho certo para cada rádio. Vamos conhecer quais são!

Saiba quem você é

Nem todo tipo de conteúdo é adequado para qualquer tipo de plataforma. Quando procuramos saber como montar uma programação de rádio, precisamos entender que o que funciona para uma emissora não necessariamente trará os mesmos resultados para outra.

Por isso, o primeiro passo para definir o estilo de programa que você quer criar é estabelecer qual é o seu tipo de rádio. E existem vários para escolher!

Para começar, dividimos as rádios em dois tipos: comerciais e não-comerciais. A primeira categoria pode veicular propaganda comercial monetizada, enquanto o segundo tipo — normalmente composto por emissoras comunitárias — não pode.

Além da divisão pela possibilidade de veicular anúncios ou não, as rádios ainda se dividem pelo seu nicho ou segmento de atuação. Esse é o caso que mais nos interessa, pois é o que mais tem influência no conteúdo que será criado.

Rádio gospel

Você pode, por exemplo, criar uma rádio gospel online, fazendo com que sua emissora seja especializada em conteúdos religiosos. Nesse caso, a variedade de programas é enorme, com:

  • estudos bíblicos;
  • orações;
  • storytelling com trechos da Bíblia;
  • pregações;
  • perguntas e respostas;
  • músicas gospel, entre vários outros.

Rádio comunitária

Outra opção é montar uma rádio comunitária no seu bairro, região ou cidade. Essa opção é muito popular, pois oferece conteúdo dinâmico e de alto valor instantâneo para as pessoas dessa localidade. Algumas ideias de programas:

  • notícias locais;
  • entrevistas com membros da comunidade;
  • programação cultural da região.

Rádio musical

Um dos tipos de rádios mais famosos é a musical. Ela se dedica a tocar músicas para os seus ouvintes e se divide em vários subtipos: sertanejo, samba, pop, rock, MPB. Seja qual for o estilo musical escolhido, programas como esses podem ser úteis:

  • as mais pedidas da semana;
  • peça uma música para tocar;
  • novos artistas;
  • entrevistas com músicos;
  • resenhas de shows;
  • agenda cultural.

Rádio generalista

Uma quarta opção são as rádios generalistas. Elas fazem de tudo um pouco e tentar entreter o ouvinte com uma série de conteúdos de vários segmentos. Por exemplo:

  • notícias nacionais ou regionais;
  • músicas mais ouvidas;
  • programas de humor;
  • discussões políticas;
  • entretenimento;
  • reportagens especiais.

Circuito fechado

Uma alternativa que tem ficado cada vez mais comum são as rádios de circuito fechado, isto é, aquelas que são internas, transmitidas para determinados ambientes comerciais. Elas podem ser veiculadas apenas em academias, supermercados, lojas, escritórios e outros tipos de estabelecimentos e contam com programas como os seguintes:

  • músicas adequadas ao ambiente (faixas para exercícios na academia, canções mais tranquilas no supermercado, músicas de produtividade no escritório);
  • novidades internas daquele estabelecimento;
  • entrevistas com profissionais relevantes para aquela área;
  • promoções;
  • agenda de eventos;
  • interação com os ouvintes.

Defina com quem você vai falar

O grande filósofo chinês Sun Tzu escreveu, em A arte da guerra, que “se você conhece a si mesmo e ao seu inimigo, não precisa temer o resultado de 100 batalhas”. Tirando um pouco da hostilidade da frase, podemos trazer esse pensamento para a programação da sua rádio.

Na prática: se você conhece a si mesmo e ao seu público, não terá problemas em conseguir bons resultados com os seus programas. Nós já vimos a primeira parte dessa equação no ponto anterior, então agora é hora de falar sobre quem ouvirá sua transmissão.

Um dos conceitos principais ao pensar como montar uma programação de rádio é o de persona. Em marketing, esse termo é usado para descrever um perfil semifictício, criado a partir de dados, do cliente ideal de uma empresa ou produto. No nosso caso, estamos falando do seu “ouvinte perfeito”.

Quem é o ouvinte ideal do seu conteúdo? Quantos anos ele tem e qual a sua profissão? Em que momento ele ouve a sua rádio: no transporte para o trabalho, durante o dia a dia, lavando a louça? Ele sintoniza de manhã ou à noite? Quais são os seus principais interesses? O que o faz ficar ouvindo ao conteúdo na Internet?

Essas são algumas das perguntas que você deve se fazer enquanto pensa na persona da sua rádio. Caso já esteja no ar, você deve fazer uma pesquisa com seus ouvintes atuais para entender melhor e levantar os dados necessários para traçar o seu ouvinte ideal. Se você ainda pretende montar a sua rádio, a melhor solução é fazer uma pesquisa prévia no mercado.

O mais importante a ter em mente ao montar um programa de rádio é que o seu conteúdo deve oferecer valor para o ouvinte — ou seja, você deve resolver um problema dele ou oferecer uma resposta a algo que ele busca. Por exemplo:

Imagine um trabalhador de uma capital brasileira que gasta uma hora no transporte público para ir ao trabalho e mais uma hora para voltar para casa. Um dos seus problemas é o tédio de ficar parado sem fazer nada. Um programa de entretenimento, portanto, ajuda a resolver esse problema.

Outro exemplo seria um evangélico que faz estudos bíblicos antes de dormir, antes de ir trabalhar. Um programa que auxilie essa persona seria muito bem-vindo às 22 horas.

Um ponto interessante é que mesmo rádios que são do “mesmo tipo” podem produzir conteúdos muito diferentes com base nos problemas da persona. Veja um exemplo:

Imagine duas rádios musicais: a Rádio A e a Rádio B. A Rádio A tem como persona um jovem, de 20 anos, que adora sertanejo e de ir para a balada, enquanto a Rádio B tem como persona um estudante de música clássica de 65 anos.

Ambas são musicais, mas farão programas totalmente diferentes. A Rádio A colocará um programa com as mais tocadas da balada na sexta-feira, animando seu público que quer sair durante a noite, enquanto a Rádio B focará seus programas em conteúdos educativos no horário da tarde (já que sua persona é aposentada e tem mais tempo livre durante o dia).

Estabeleça os seus objetivos

Após escolher um tipo de rádio e definir sua persona, o próximo passo para montar os melhores conteúdos é estabelecer onde você quer chegar. Ou seja: quais são os seus objetivos para os seus programas?

Cada rádio tem uma meta específica. Por exemplo, as generalistas comerciais querem angariar a maior audiência possível para vender anúncios para empresas interessadas em falar com esse público, enquanto as rádios comunitárias pensam em informar e entreter a comunidade que estão inseridas. Ainda existem outras metas — como as de rádios internas, que visam melhorar o ambiente de trabalho ou experiência dos consumidores de certos estabelecimentos.

A ideia é que cada programa da sua grade deverá solucionar algum problema da sua persona e, por consequência, mover a sua rádio para mais perto dos seus objetivos. Por exemplo, se a ideia é aumentar a produtividade de um escritório, os conteúdos deverão ajudar os colaboradores a retirar os empecilhos que travam a capacidade de produção deles.

Pesquise por diferentes tipos de conteúdos

Para se destacar, a sua rádio precisa ser criativa e inovadora. Para isso, pesquise por muitos tipos de conteúdos na Internet e estude como aplicá-los na sua grade de programação.

Um exemplo muito interessante são os conteúdos em storytelling, ainda pouco difundidos no Brasil. Nos EUA, há uma grande tradição de conteúdos narrativos contando casos policiais ou mesmo histórias ficcionais para os ouvintes. Esse pode ser um bom tipo de programa para adicionar na sua grade de programação

Outra ideia é pesquisar por conteúdos usados em diferentes mídias e pensar em como adaptá-los para a sua rádio. Conteúdos de culinária, por exemplo, são muito populares na TV e na internet, mas será que eles funcionam em áudio?

Quanto mais criativos forem seus programas, mais atenção você terá dos ouvintes. No entanto, lembre-se de que é importante entregar as respostas para os problemas da sua persona. De nada adiantará um formato inovador se não houver valor real dentro dele.

Como montar uma programação de rádio com programas e programetes?

Depois de entendermos a função dos programas e como criar o melhor conteúdo original, chega a hora de colocar a mão na massa para formar uma programação de qualidade. Para isso, devemos definir qual o tipo de grade que queremos usar.

No geral, existem três tipos de grade de programação de rádio: aquela com conteúdo ao vivo, com programas gravados ou uma híbrida, que misture esses dois modelos de conteúdo. Não existe uma escolha certa: ela vai depender da sua disponibilidade de recursos humanos e materiais.

Para quem não tem muito tempo ou colaboradores, a opção pré-gravada ou híbrida é a melhor alternativa. Com recursos como o AutoDJ, é possível montar uma grade com programas e programetes de rádio e deixar que o conteúdo se reproduz sozinho para os ouvintes, sem a necessidade de alguém gerenciando tudo.

Mas peraí: o que são programetes? Bem, eles são conteúdos produzidos fora da sua rádio e disponibilizados para que você use na sua programação pelo servidor de streaming usado por você. Eles podem ser curtíssimos (com menos de 5 minutos) ou com duração bem maior, dependendo do tipo de material.

Eles são importantes pois oferecem um conteúdo profissional, com bastante valor para o seu ouvinte e que ajuda a cobrir espaços na sua grade de programação. Como eles são atualizados diariamente (na maior parte dos casos), você sempre terá material novo para transmitir aos ouvintes.

Existem muitos tipos de programetes disponíveis. Por exemplo:

  • Modão Sertanejo: um programete de uma hora e vinte e cinco minutos voltado ao sertanejo raiz e perfeito para uma rádio musical;
  • Tempo de Deus: programete gospel composto por 6 blocos de até 18 minutos, atualizado diariamente, ideal para uma rádio religiosa;
  • Boa Ideia: programete com 4 blocos de 1 a 2 minutos cada, com dias para as donas de casa. Pode ser usado em uma rádio de supermercado, por exemplo;
  • Sinal Verde: programete que traz dicas de trânsito, com 1 a 2 minutos de duração. Ideal para o início da manhã.

Usando os programetes para complementar os programas que você já criou anteriormente, sua grade de programação começa a ser formar. A ideia é montar uma playlist com o seu conteúdo no AutoDJ, organizando por horários e duração dos programas. Por exemplo:

  • Sinal Verde;
  • 3 minutos de spots;
  • Bloco 1 do programa original (15 minutos);
  • 5 minutos de spots;
  • Bloco 2 do programa original (15 minutos);
  • 5 minutos de spots;
  • Bloco 3 do programa original (15 minutos);
  • 5 minutos de spots;
  • Modão Sertanejo.

Assim, pouco a pouco, a sua grade de programação é montada como uma parede: os programas e programetes são os tijolos, os spots e jingles são o cimento, a orientação para a sua persona é a massa corrida e o conteúdo temático é a tinta que torna a rádio única.

Como cativar e engajar os seus ouvintes durante sua transmissão?

Depois que você montou sua grade de programação e a rádio está no ar, surge o segundo ponto do seu trabalho: manter os ouvintes cativos e engajados com o seu conteúdo. Como fazer isso?

Interaja nas redes sociais e ao vivo

Uma rádio não existe em um vácuo, especialmente quando a programação é ao vivo. O ouvinte que está sintonizado também está nas redes sociais (às vezes simultaneamente). Uma boa maneira de fidelizá-lo, portanto, é com interação por esses canais.

Para isso, crie uma hashtag para cada um dos seus programas, proponha enquetes e peça por interação com os ouvintes pelas redes sociais.

Tenha uma boa locução

A apresentação de um programa é muito importante. Mesmo que o conteúdo seja de valor, uma locução de baixa qualidade, com equipamentos falhos e uma organização travada, vai afastar os ouvintes, .

Por isso, invista em bons equipamentos e em fazer uma excelente locução para os seus programas, com uma voz profissional e bem discernível.

Analise os resultados e faça ajustes

Se você já faz o seu conteúdo pensando em resolver os problemas e entregar valor para sua persona, é provável que tenha um engajamento alto. Mas, em alguns casos, isso pode não acontecer.

Nesses momentos, devemos analisar os resultados que temos em mãos e fazer ajustes para conduzi-los a níveis aceitáveis.

Ufa, quanta coisa! Montar uma programação de rádio realmente não é tarefa fácil, mas os resultados são recompensadores. Lembre-se de manter em mente que o foco é o seu ouvinte e em entregar valor real para ele. Aos poucos, as coisas vão se ajeitando e você conseguirá criar uma grade de conteúdo impecável.

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