Você coloca seu podcast favorito para tocar. De repente, ouve alguns chiados e ruídos estranhos. Parece que o som está falhando. O que está acontecendo?, você se pergunta.

A perda de qualidade de áudio está ligada ao bitrate, um conceito muito importante quando falamos em áudio e vídeo. O sucesso de uma transmissão ao vivo, por exemplo, depende dele.

Neste post, apresentamos a definição de bitrate, quais são as diferenças entre os diferentes tipos e como isso impacta na qualidade de áudio que ouvimos. Boa leitura!

O que é bitrate?

O bitrate é a quantidade de bits, ou seja, de dados que são transmitidos em um determinado espaço de tempo.

Quando falamos sobre áudio, esse espaço de tempo é medido por kilobits por segundo (kbps). Por exemplo, se uma música possui 128 kbps, significa que existem 128 kilobits em cada segundo da música.

Quanto maior o bitrate, maior o espaço ocupado pelo arquivo em seu computador. É por isso que muitas pessoas optam por arquivos com bitrate reduzido, pois ocupam menos espaço no disco rígido. Pensando nessa preocupação, elas podem ainda optar por serviços de streaming, que armazenam os dados na memória RAM do computador ou do smartphone, ou seja, sem permanecer definitivamente em seu dispositivo.

Mas, essa comodidade tem um preço: a redução na qualidade de áudio. Um bitrate de 64 kbps é muito inferior a um de 192 kbps. Isso porque, se houve conversão de um formato para outro, o primeiro perde muito mais dados que o segundo.

Qual a diferença entre bitrate constante e variável?

Existem dois tipos diferentes de bitrate: o constante e o variável. Ambos estão relacionados à codificação do som. Abaixo você encontra as principais diferenças entre eles.

Bitrate constante

Também conhecido como CBR (Constant Bitrate), o conceito significa que a taxa de fluxo de dados é constante. Na prática, isso quer dizer que, durante o áudio, não haverá alteração no bitrate.

Aqui, a qualidade de áudio do CBR é menor, embora ocupe menos espaço. É ideal para quando a quantidade de canais de áudio é limitada.

Bitrate variável

Como você pode imaginar, a ideia aqui é totalmente oposta ao bitrate constante: a transferência de informações varia.

A mudança de bitrate varia conforme a complexidade da música. Por exemplo, em partes em que há muitos instrumentos, o bitrate pode aumentar; ao passo que, em partes mais silenciosas, ele diminui.

O que são os formatos lossless e lossy?

Ouvir discos de vinil e CDs é uma experiência fantástica e não apenas pelo lado nostálgico. Essas antigas mídias tinham mais qualidade, pois eram gravadas em diversos canais.

Hoje, a situação é bastante diferente. O ouvinte pode escolher se deseja mais ou menos qualidade de áudio.

E é aí que entram os formatos lossless e lossy. Mas, afinal, o que significam?

Lossless: a qualidade de áudio é o rei

Literalmente, “lossless” quer dizer sem perdas. Portanto, no momento da conversão, a qualidade de áudio não vai embora. Nenhum dado de som é perdido. Alguns formatos lossless: FLAC e ALAC (Apple Lossless).

O único problema é o espaço ocupado por eles, no caso, o dobro de um arquivo lossy.

Lossy: perder qualidade para ganhar espaço

Ao contrário do lossless, o formato lossy perde qualidade de áudio durante o processo de compressão.

O problema desse formato é que, ao comprimir, você está deletando dados, o que impactará em como você vai ouvir o áudio.

Alguns formatos lossy: MP3 e MP4.

No fim das contas, é uma questão de prioridade. Quantidade ou qualidade? É você quem decide.

A criação de uma rádio online passa pela análise da qualidade de áudio que será transmitida ao ouvinte. Conhecer o bitrate é importante para oferecer o que existe de melhor em termos de codificação de som.

Então, que tal entrar em contato com quem entende de qualidade de áudio e atendimento personalizado? A Bycast está pronta para te ajudar!

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